A bo­cha, que an­ti­ga­men­te era pra­ti­ca­da prin­ci­pal­men­te por pes­soas de ida­de avan­ça­da, pas­sa por uma si­len­cio­sa re­vo­lu­ção. A bo­cha tra­di­cio­nal, tam­bém co­nhe­ci­da co­mo bo­chão (dis­pu­ta­da em uma can­cha de ­areia), ain­da con­ti­nua. Mas a bo­cha sul-ame­ri­ca­na, com for­te pre­do­mi­nân­cia no Sul do ­País, cres­ce a ­olhos vis­tos, ain­da ­mais que as can­chas são mo­der­nas, com pi­so sin­té­ti­co, bo­las co­lo­ri­das e pla­car ele­trô­ni­co. Os atle­tas an­ti­gos ago­ra con­tam com a com­pa­nhia dos jo­vens e as mu­lhe­res mar­cam for­te pre­sen­ça nas dis­pu­tas.
  A di­fe­ren­ça en­tre a bo­cha sul-ame­ri­ca­na e a tra­di­cio­nal é que na pri­mei­ra a pis­ta me­de 24 me­tros de com­pri­men­to por 4 de lar­gu­ra, com as bo­la pe­san­do cer­ca de 950 gra­mas e o bo­lim é de aço. Na con­ven­cio­nal (pis­ta de ­areia), as pis­tas me­dem 18 me­tros por 3 de lar­gu­ra, com as bo­la pe­san­do per­to de 2 qui­los.
  Em Lon­dri­na, a bo­cha sul-ame­ri­ca­na ga­nha ca­da vez ­mais es­pa­ço. A ci­da­de aca­ba de ga­nhar uma Can­cha Mu­ni­ci­pal de Bo­cha Sul-Ame­ri­ca­na, com ­duas pis­tas de jo­go, na Zo­na Nor­te, ao la­do do Kar­tó­dro­mo Lui­gi Borg­he­si. Ela é a se­gun­da des­te ti­po no mu­ni­cí­pio – a pri­mei­ra foi cons­truí­da no Grê­mio Lon­dri­nen­se – e já co­me­ça a des­per­tar a aten­ção das pes­soas que vão pa­ra co­nhe­cer a mo­da­li­da­de e aca­bam apren­den­do a jo­gar.


● Segundo alguns historiadores, sua origem remonta a um jogo praticado no Egito e na antiga Grécia, em que se usavam objetos de formatos esféricos, como pedras redondas

● Inaugurado em 26 de agosto de 1995, homenageia um dos grandes nomes do automobilismo paranaense. Sua pista tem 1.154 metros e conta com 31 boxes

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