São Paulo - Segundo a revista "World Soccer", autoridades brasileiras descobriram ontem evidências que ligariam o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira a pagamentos feitos por empresas do Catar que se beneficiariam da escolha do país como sede da Copa do Mundo de 2022. Um indiciamento contra o ex-dirigente da CBF revelou que Teixeira tinha uma conta bancária secreta em Monaco com 30 milhões de euros (pouco mais de R$ 105 milhões, no câmbio atual), diz a revista.
Teixeira, que votou a favor do Catar na escolha da sede do Mundial de 2022, negou que sua decisão tenha sido influenciada, afirma a "World Soccer". Segundo ele, a conta foi aberta dois anos após a eleição, e que continha somente fundos advindos do Brasil.

mockup