Kraw PenasBlack-tieOnaireves Moura, Ricardo Teixeira e João Havelange, na festa dos 60 anos da Federação Paranaense de FutebolA festa black-tie, que aconteceu anteontem nos salões do Clube Curitibano, em Curitiba, em comemoração aos 60 anos da Federação Paranaense de Futebol, não foi como esperava o presidente da entidade, Onaireves Rolim de Moura. Quem aguardava a anunciada presença de personalidades como os campeões mundiais Pelé, Rivelino, Jairzinho, Belini e Djalma Santos, ou do presidente do Comitê Organizador da Copa da França, Michel Platini e de Diego Maradona, se decepcionou. O único a aparecer foi o capitão do tri, Carlos Alberto Torres.
Irritado, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, tentou fugir dos jornalistas, mas não conseguiu. ‘‘É sobre a CBF. Não falo. Estou afastado das atividades na CBF’’. Ele tentou evitar responder sobre a crise moral do futebol brasileiro. ‘‘Que crise? Quem está vendo crise são vocês’’, disse, referindo-se aos jornalistas. Sobre os escândalos das arbitragens, Teixeira respondeu seco. ‘‘Foi aqui no Paraná que começaram isso. Foi o Atlético que começou esta história’’.
Sobre a volta de Fluminense e Bragantino para a Série A, Teixeira disse que a ‘virada de mesa’’ não acontece mais. ‘‘Agora é definitivo. Quem cair não volta mais’’. Perguntado sobre a possível criação da Liga Nacional, formada pelo Clube dos 13 (que agora reúne 16 clubes), Teixeira desconversou. ‘‘Que liga? Quais 16 clubes? Isso não existe’’, disse.
Carlos Alberto Torres, foi o único representante da seleção a estar presente nas comemorações dos 60 anos da FPF. Torcedor do Flu, ele comentou sobre o retorno de seu clube de coração à primeira divisão. ‘‘O certo seria voltar à primeira divisão ganhando no campo, é óbvio. Pelo andar da carruagem, com os resultados obtidos até agora, acho que o tricolor deveria ir direto para a terceira divisão’’, comentou.

mockup