Santo - O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, incomodado com mais uma derrota (2 a 1 para o Barueri) e por sido o maior alvo dos protestos dos torcedores, quinta-feira à noite, na Vila Belmiro, resolveu quebrar o silêncio e assumir a crise. O dirigente promete apresentar dois ou três reforços - todos de fora do País - nas próximas horas. Também disse que o processo de renovação do futebol santista é irreversível e repetiu que, apesar da pífia campanha santista no Estadual, Leão não corre risco de ser demitido.
''Havia necessidade de se fazer essa reformulação para o próprio bem e o futuro do clube. É há uma única pessoa que poderia fazer essa renovação. Essa pessoa se chama Marcelo Teixeira, pelo seu passado, e diante do que o Santos obteve de resultados e títulos nos últimos anos'', discursou o dirigente, fazendo um elogio a si mesmo. Ele disse que poupa a comissão técnica e os jogadores.
Com relação aos reforços, Teixeira assegurou que há algumas negociações bem adiantadas e a preocupação tem sido com a qualidade, e não com quantidade. Um deles, um meia-armador colombiano de 24 anos, teve a aprovação de Leão, porém, não se sabe por qual motivo, as negociações não evoluíram.
O dirigente esclareceu que o Santos não depende da venda de nenhum dos seus jogadores para contratar. ''Se fosse assim, não teríamos pagado dois milhões de euros à vista pelos direitos federativos de Rodrigo Souto'', ressaltou.

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