O confinamento em dois andares de um hotel e a ausência de atrativos na industrial e inóspita Ulsan já começam a aborrecer a seleção. ‘‘Tédio’’ é a palavra mais apropriada para definir o sentimento dos jogadores após 11 dias na cidade.
Um bom exemplo pôde ser visto no único dia de folga dos atletas, na última terça. A maioria deles aproveitou o tempo livre passeando numa loja de departamentos.
Vampeta não aderiu. ‘‘Não tenho interesse nenhum em sair na Coréia. No Brasil, eu não vou a shopping nas folgas, não é aqui que eu iria’’, disse o volante, que afirmou ter visto todos os jogos da Copa na tevê para matar o tempo.
Sem belezas naturais e monumentos relevantes, Ulsan dá ao time o roteiro hotel-campo de treinamento-hotel. ‘‘O tédio bateu legal. Nem a internet está resolvendo mais. A sorte é que pelo menos estamos em quartos individuais e temos um pouco de privacidade’’, disse o goleiro Rogério, que ainda tem um laptop. Já Edílson disse estar preparado. ‘‘Trouxe baralho e meu cavaquinho.’’ (Agência Folha)

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