Técnicos do paradesporto esperam que a participação do Brasil em Sydney sirva para divulgar o trabalho e com isso criar mais credibilidade na hora de buscar novos talentos. Francisco Matias, técnico de Roseane Santos, a Rosinha, três medalhas na Paraolimpíada, cita como exemplo sua própria atleta. Quando Matias a viu na rua, tentou conversar, mas Rosinha ficou com medo do homem que a perseguia. O convite para a atleta começar a treinar só foi feito por intermédio de um irmão que foi conversar com o técnico. Matias trabalha com atletas portadores de deficiências desde 1981. A partir de então, começou a andar nas ruas à procura de pessoas que poderiam treinar com ele, não só no atletismo, mas também na natação.

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