O técnico Orlando Bianchini, do Naútico, está na expectativa de contar com os jogadores Davi, Fernando e Fabinho para o jogo do próximo sábado, contra o Londrina. O zagueiro Gilber está treinando fisicamente e quer participar do coletivo-apronto, a fim de viajar com a delegação. O centroavante Robson, que foi expulso na partida contra o Atlético-GO, não poderá acompanhar a comitiva alvirrubra, que embarca na próxima sexta-feira.
Os alvirrubros folgaram ontem, mas alguns jogadores foram ao Estádio dos Aflitos para fazer exames médicos. Fernando está fazendo tratamento intensivo. Ele, inclusive, utilizou o aparelho imobilizador do tornozelo e quer voltar às atividades com bola a partir de amanhã. ‘‘Não é otimismo exagerado de minha parte, mas acredito que dará para ir acompanhando a delegação para este jogo contra o Londrina. O Náutico irá tentar a reabilitação, porque a derrota para o Atlético (GO) foi uma surpresa desagradável. Estou fazendo tratamento intensivo e, como me cuido muito, acredito que devo viajar para Londrina.’’
O lateral-direito Davi também esteve nos Aflitos. Apesar do joelho direito ainda apresentar inflamação, ele não quer ficar de fora do jogo de sábado, porque o clube precisa se recuperar da derrota sofrida domingo passado. ‘‘Não sinto dores, mas o joelho ainda está inflamado. Tudo vai depender dos médicos. Acredito que até quinta-feira estarei bem melhor e poderei acompanhar a delegação’’, afirmou Davi.
O atacante Martins, que veio do Sport Clube São Luís, da cidade de Ijuí, no Rio Grande do Sul, fez todos os exames médicos de praxe, mas somente hoje deverá assinar contrato com o alvirrubro.
A partir do próximo jogo do Naútico nos Aflitos, a diretoria não vai mais permitir a entrada de mascotes em campo, a fim de evitar atritos com os pais de crianças. É que a Federação Pernambucana de Futebol (FPF) permite a entrada de mascotes, mas como a quantidade de crianças que quer entrar é maior, sempre surgem os problemas da diretoria com os pais das crianças. O supervisor Armando Tavares foi multado em 10% do seu salário, justamente por ter permitido a entrada de quatro crianças com os jogadores no jogo contra o Atlético-GO, enquanto o presidente Josemir Correia só havia autorizado a entrada de apenas duas crianças, justamente para evitar transtornos.

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