Ed Carlos Rocha
De Curitiba
Apesar do ‘‘zunzunzum’’, ainda não é desta vez que o técnico Oswaldo ‘Vadão’ Alvarez vai deixar o Atlético. Após a derrota do Santos para o Corinthians, por 5 a 1, no domingo, a imprensa paulista noticiou que o Peixe queria Alvarez como substituto de Carlos Alberto Silva. No entanto, ontem Vadão setenciou: ‘‘Por enquanto não saio do Atlético’’.
O treinador, que teria recebido uma proposta de R$ 70 mil mensais, quase o dobro do que ganha no Atlético, assegura que sua contratação pelo Santos é só especulação.
Firme no cargo, o técnico prepara a equipe para o que ele chama de decisão, amanhã à noite contra o Alianza de Lima, na Baixada, pela Taça Libertadores. Líder do grupo 1, com 9 pontos em três jogos, o Furacão garante a sua vaga para a próxima fase com um empate. ‘‘Estamos com tudo na mãos. Vamos garantir logo essa vaga para evitar qualquer surpresa desagradável.’’
Mesmo diante de uma partida decisiva pela Libertadores, o Atlético já inicia a polêmica do Atletiba de domingo, na Baixada. Alegando falta de segurança, a diretoria não vai dividir o estádio meio a meio. Os torcedores do Alviverde terão apenas 10% da capacidade do estádio, ou seja, 2.800 lugares.
Ontem, a diretoria vermelha e preta lançou a Campanha ‘‘Atlético 3000 - Uma Paixão’’. O objetivo, segundo o coordenador de Marketing, Mário Celso Petraglia, é dar continuidade a nova fase que o clube vem vivendo desde 95, quanto a atual diretoria tomou posse.
‘‘A campanha vai mostrar que o Atlético não é mais o mesmo. Hoje está entre os melhores clubes do Brasil. É a campanha do terceiro milênio, na qual queremos também ampliar nossa torcida no Paraná e no Brasil’’, destacou Petraglia.

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