‘‘Não adianta querer ser otimista depois de perder duas partidas por 3 x 0.’’ Com essa afirmação, o técnico do Olympikus/Campinas, Bebeto de Freitas, 47, reflete seu estado de ânimo para a terceira partida do play-off (série eliminatória) semifinal da Superliga masculina de vôlei. Se o Olympikus, atual campeão da Superliga, perder novamente hoje à noite para o Report/Suzano, estará eliminado do torneio. A partida será em Suzano, às 20h30.
‘‘Se a equipe jogar bem, podemos tentar reverter o resultado. Mas é ilusão achar que podemos ganhar jogando assim’’, afirmou Bebeto, que após o término da Superliga viaja à Itália para dirigir a seleção principal daquele país. O que mais impressiona é que o próprio Bebeto não consegue descobrir o motivo de o Olympikus não conseguir render o esperado. ‘‘Não consigo avaliar as falhas de forma concreta. Simplesmente não conseguimos jogar contra eles. É um problema particular do grupo’’, disse o treinador. O atacante Tande, 26, um dos mais experientes do Olympikus, também não consegue justificar as más atuações. ‘‘A gente treina pra caramba, mas não consegue desenvolver (um jogo eficiente) em quadra.’’ Para Tande, não há mais como vencer o Report com técnica ou tática. ‘‘ Tem que ser na raça’’, diz.
Saque e bloqueioPara o atacante Max, um dos destaques do Report/Suzano, o segredo do time para derrotar o Olympikus é manter a eficiência no saque e no bloqueio. No outro play-off semifinal da Superliga, o Banespa tem vantagem de 2 x 0 sobre o Chapecó. As equipes voltam a se enfrentar amanhã, em São Caetano do Sul
AchéO vôlei feminino brasileiro vai ganhar a partir de abril mais uma equipe forte, disposta a lutar pelos principais títulos da modalidade no País. O time será patrocinado pelo Laboratório Aché, que tem sede na cidade de Guarulhos, na grande São Paulo. O nome da equipe é mantido em sigilo. Será a marca de um energético e multivitamínico, que será lançado nacionalmente pela empresa.

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