Buenos Aires - A Argentina vê na Copa América deste ano, disputada em seu território, a grande oportunidade de acabar com um longo jejum de títulos, que já dura 18 anos. Com uma equipe talentosa, que conta com Messi, Tevez, Higuaín, Aguero, entre outros, a expectativa é ainda maior. Um resultado negativo, no entanto, seria desastroso para a equipe.
''Somos obrigados a vencer porque estaremos na Argentina. As expectativas aqui são grandes. Como em tudo, somos obrigados a ter sucesso'', disse o técnico Sergio Batista, que afirmou, porém, que, caso a seleção não conquiste o título, não será uma ''fracasso''.
A última conquista do país com sua equipe principal foi justamente em uma Copa América, em 1993, no Equador. Agora, a seleção conta com os jogadores que garantiram o bicampeonato olímpico em 2004 e 2008, como Tevez e Messi, e espera voltar a ser vencedora.
A atual fase, no entanto, é preocupante. A Argentina vem de duas derrotas em amistosos. Batista não contava com seus principais jogadores, mas a goleada sofrida para a Nigéria, por 4 a 1, seguida da derrota para a Polônia, por 2 a 1, irritaram o presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona, que disse que o treinador estava ''rifando o prestígio'' da seleção.
A Argentina estreia na Copa América no dia 1º de julho, diante da Bolívia, em La Plata.

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