Curitiba - Se é para felicidade da nação coxa-branca, diga a ela que o médio-volante Tcheco deve permanecer no Coritiba até o final deste ano. O jogador havia recebido proposta para se transferir ao futebol árabe, mas recusou. ''Não poderia sair no meio do campeonato e deixar o Coritiba na mão'', disse o atleta depois de confirmar a proposta de cerca de US$ 1 milhão feita pelos árabes.
Tcheco afirmou ainda que tem o sonho de ser convocado para a seleção brasileira e espera que isso possa acontecer para o jogo em Curitiba, no dia 19 de novembro. Além disso, espera chegar a disputar uma Copa Libertadores da América no ano que vem. Por fim, como um plano alternativo, afirma que uma transferência pode ser concretizada no final do ano e começo do ano que vem, durante a ''janela'' que se abre para novas contratações no futebol europeu.
Os direitos federativos do jogador são metade dele e metade do Malutrom. O Coritiba, através do assessor do Conselho, Domingos Moro, já afirmou que tem interesse de comprar parte desses direitos e ficar com o jogador no ano que vem. Para Moro, a negociação do atacante Liedson com o Sporting, de Portugal, se for concretizada, possibilita a compra de parte dos direitos de Tcheco. Isso porque o Coritiba tem direito a 30% da negociação de Liedson.
Com a liberação dos jogadores Odvan e Willians, o técnico Paulo Bonamigo, afirma que terá que cometer ''injustiças'' para escalar o Coritiba para o jogo com o Atlético Mineiro, domingo. Ele tem o que o ''futebolês'' costuma chamar de ''bom problema'', ou seja, bons jogadores disputando a mesma vaga. O problema é menor porque Lima foi expulso e cumpre suspensão, o que pode possibilitar a volta de Odvan. Bonamigo só define o time no treinamento de sexta-feira.

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