Tapetão define jogo entre J.Malucelli e Adap Galo
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Luciano Balarotti<br>Equipe da Folha 
Curitiba - O Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) promete solucionar, na noite de hoje, o imbroglio envolvendo o jogo entre J. Malucelli e Adap Galo. Encaminhado pela Segunda Comissão Disciplinar no dia 16 de fevereiro, o processo será julgado pelo Pleno do tribunal, que decide se aceita ou não o pedido da equipe de São José dos Pinhais questionando a legalidade do gol de empate do clube maringaense.
A confusão teve inicío aos 28 minutos do segundo tempo da partida realizada no dia 31 de janeiro, logo após o J. Malucelli abrir o placar. Tudo porque o árbitro Edemar Paris autorizou o reinício do jogo quando parte do time do Jotinha ainda comemorava o gol, no campo adversário, facilitando a marcação do gol de empate.
Revoltada com a atuação do trio de arbitragem, a direção do J.Malucelli apelou ao tribunal pedindo que a partida seja parcialmente invalidada, voltando a ser disputada a partir dos 27 minutos, com o marcador de 1 a 0. Se aceitar o pedido, o TJD-PR acolherá a tese de que o árbitro cometeu um erro de direito, deixando de cumprir uma regra, e não de fato, por interpretar de forma errônea o regulamento. De acordo com vários especialistas em direito esportivo, seria a primeira vez que um tribunal brasileiro acataria este argumento, abrindo um precendente para processos de outras agremiações.
Inocentado - O Paraná Clube foi absolvido da acusação de violar o Artigo nº 66 do Regulamento Geral das Competições da CBF, por escalar atletas em duas partidas realizadas em intervalo menor do que 66 horas. A denúncia era referente à utilização de Xaves, Goiano e Lima nos jogos diante do Cobreloa, no dia 7 de fevereiro, e Cianorte, no dia seguinte. Mas o TJD-PR aceitou a argumentação do clube, que apresentou autorização da confederação para disputar os dois jogos, e dos próprios jogadores, que afirmaram não ter sofrido prejuízo.


