TAEKWONDO - Um esporte que pode ser uma grande brincadeira
O Brasil tem uma medalha de bronze na história dos Jogos Olímpicos no taekwondo. Foi conquistada pela paranaense Natália Falavigna, em 2008. Mais popular, o esporte passou a ser procurado também por crianças, mas a metodologia disciplinar ainda é um entrave para os futuros campeões.
Na tentativa de deixar o aprendizado um pouco mais light para as crianças, o mestre Jair Queiroz foi buscar na escola um jeito simples de fortalecer o vínculo delas com o esporte. Com uma pedagogia totalmente inovadora, ele incorporou às aulas de seus alunos iniciantes brinquedos e jogos. Experiência que agradou, e muito, a quem está começando.
A pergunta que fazemos é: O que uma criança gosta de fazer? Brincar seria a resposta, por isso a nossa didática prioriza o lúdico, sem perder a noção que se trata de uma modalidade marcial que tem características e técnicas específicas. A criança deve vir para a academia como quem vai para um parque de diversões, argumenta o mestre, um dos pioneiros do esporte em Londrina e região.
Dentro da filosofia de adaptar o taekwdondo para que qualquer pessoa possa praticá-lo, Queiroz também desenvolve um trabalho para portadores de
necessidades especiais. Através de sua experiência, o professor-psicólogo já ensinou a modalidade para cadeirantes e portadores de Síndrome de Down. Atualmente, a deficiente visual Isabela Akemi, 18 anos, participa das aulas.
● Esporte de combate de arte marcial, que envolve destreza no emprego das mãos e punhos, pontapés voadores e intercepções de golpes com as mãos, braços ou pés
● Palavra de origem grega que significa amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber





