Suspeita sobre 'gatos' prejudica o Rio Branco
Agência Estado
De Americana
A suspeita de adulteração da data de nascimento do atacante Sandro Hiroshi, ex-atleta do Rio Branco, causou incômodos entre os dirigentes do time de Americana, inconformados com a acusação, apontada por um jornal esportivo de São Paulo, de que há uma fábrica de gatos no clube. Haveria a suspeita de que o técnico do dente-de-leite, José Antônio Rodrigues, o Zé Pulga, estivesse pedindo a garotos que autorizassem a falsificação de seus documentos de identidade.
O presidente do Rio Branco, Raphael Vitta, reuniu-se, ontem à tarde, com outros diretores, para definir uma estratégia de defesa do clube. Segundo o advogado João Zanforlin, o Rio Branco deverá entrar com uma ação de indenização por perdas e danos contra o jornal, que não apresentou provas sobre essas possíveis falcatruas. Tudo isso são mentiras, que podem manchar o nome do clube.
De acordo com Zanforlin, a história sobre os gatos de Americana já estaria prejudicando negócios do clube até no exterior. Hoje, um empresário espanhol, interessado em alguns jogadores do Rio Branco, nos telefonou preocupado com essa questão de falsificação ideológica, disse. Essas acusações não podem ficar sem culpados.





