Los Cardales - O técnico Mano Menezes alertou às vésperas da estreia do Brasil na Copa América: ''hoje existem poucas galinhas mortas no futebol e a Venezuela não está mais entre elas''. Quem não acreditou na definição do treinador brasileiro, agora, tem motivos de sobra para repensar seu conceito sobre a Vinotinto.
A Venezuela foi a grande sensação da primeira fase da Copa América. Com dois empates e uma vitória, permanece invicta e classificou às quartas de final da competição na segunda colocação do grupo B, deixando para atrás, por exemplo, o quinto colocado no Mundial da África do Sul, o Paraguai.
Nesta nova fase da seleção venezuelana, o comandante da mudança, o técnico César Farías, já ergue a voz para exigir respeito à seleção de Hugo Chaves. ''Esses resultados apoiam o nosso trabalho. Temos um planejamento sério e coerente. Pedimos respeito. É o que pede a Venezuela hoje. Triunfamos (na verdade empataram) contra dois grandes times do grupo (Brasil e Paraguai)'', afirmou o treinador venezuelano.
A Vinotinto vai encarar o Chile nas quartas, domingo, às 19h15. A principal preocupação de Farías, agora, não é em como parar o chileno Suazo, mas sim com a arbitragem, já que é a equipe menos tradicional entre as classificadas. ''Precisamos de neutralidade. Podemos ganhar, perder ou empatar, mas sempre com respeito. Você não pode determinar que os grandes são os únicos que têm direito de passar, que não nos reconheçam e nem nos respeitem. Acho que há um excessivo respeito dos árbitros com os rivais. Eu exijo respeito'', cobrou o técnico venezuelano. (T.M.)

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