A diretoria da Portuguesa Londrinense aguarda com expectativa o parecer do departamento jurídico da Federação Paranaense de Futebol (FPF) sobre os incidentes do jogo de domingo contra o Cataratas, domingo, no Estádio Uady Chaiben, na Vila Santa Terezinha, em Londrina. A súmula do árbitro Nilo Neves de Souza Júnior, que está sendo analisada, será decisiva para alguma punição à Lusa, como exigem os dirigentes do Cataratas. Caso a entidade mantenha o mesmo rigor que adotou contra outros clubes da Série A-1, a Lusa poderá ser punida com a perda de mando de um jogo.
Os dirigentes da Lusa não concordam com a possível punição e prometem recorrer junto ao Tribunal de Justiça Desportiva da FPF. O coordenador-geral Amarildo Vieira disse que aguarda com tranquilidade o parecer do departamento jurídico da Federação. Ele argumenta que não há motivos para o clube ser punido devido à agressão do preparador físico Tutinha ao jogador Reginaldo, do Cataratas. Se Reginaldo teve um corte no rosto, Tutinha ficou com um forte hematoma no olho devido ao revide que recebeu dos reservas do time de Foz do Iguaçu.
Hoje também deve ser definido o local do jogo da Lusa contra o Nacional, que perdeu o mando de uma partida e não poderá jogar em Rolândia. Segundo Aderito Mourão, mantenedor do Nacional, o jogo deverá ser realizado sábado, às 15 horas, no Estádio Willie Davids, em Maringá. Isso poderá atrapalhar os planos do técnico da Lusa, Val de Mello, que planeja fazer o coletivo-apronto amanhã. O meia Tião, com dores no joelho, é a única preocupação do treinador para enfrentar o Nacional.

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