‘‘O meu número de sorte é o 13, e o dele, também: ele vai responder a quem duvida dele em campo.’’ A tradicional declaração de Zagallo mostra que o treinador tem, se não completa confiança, ao menos esperança numa boa atuação do lateral-direito Zé Carlos, que substitui Cafu, suspenso, hoje.
O jogador do São Paulo, normalmente avesso à superstição, já começa a se envolver pelo clima criado pelo velho comandante. ‘‘Eu não acredito muito nisso, mas muitas coisas boas estão acontecendo comigo ultimamente e acredito que elas tenham um fim, um propósito’’, disse Zé Carlos. ‘‘O próprio lance que ocasionou a suspensão foi bobo: um cartão que ele nem mereceu’’, disse Zé Carlos, que prefere creditar os bons fluidos ‘‘à ajuda de Deus’’.
Zé Carlos disse que está pensando em homenagear Zagallo de alguma forma. ‘‘Preciso, de algum jeito, agradecer a ele, por tudo o que ele fez por mim até agora’’, afirmou o jogador. Se o treinador esperava herdar a camisa número 13 que o lateral vai usar hoje, pode desistir. ‘‘Essa camisa eu vou dar para o meu pai.’’France PresseFé no tacoZé Carlos no treino de ontem: ‘Muitas coisas boas estão acontecendo comigo ultimamente e acredito que elas tenham um fim, um propósito’Agência Estado

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