Saquarema - A 11 edição da Superliga de Vôlei, que começa no próximo sábado, foi apresentada ontem, em Saquarema, no Rio de Janeiro. A competição vai até abril de 2005, com 20 equipes 11 masculinas e nove femininas. Segundo técnicos e jogadores, a disputa entre os homens será a mais disputada de todos os tempos, com mais de cinco equipes brigando pelo título. Entre as moças, o troféu deve ficar entre Finasa/Osasco, de São Paulo, e Rexona/Ades e Oi Campos, ambas do Rio de Janeiro.
O Banespa/Mastercard/São Bernardo, do experiente Nalbert, chega embalado pela conquista dos títulos paulista e do Grand Prix. O time do técnico Mauro Grasso tem média de apenas 22 anos e está cotado entre os favoritos. ''Antes do Paulista a gente não imaginava que esse favoritismo pudesse acontecer. Mas o time mostrou um comprometimento tão grande que hoje é favorito. Acho que tem uns quatro times que vão brigar pelo título: nós, Wizard/Suzano, Unisul/Cimed e Ulbra'', enumera o técnico.
Ricardo Najavas, técnico da Wizard/Suzano, concorda: ''Vai ser, sem dúvida, a mais disputada de todos os tempos. Nós, Banespa, Telemig/Minas, Ulbra, Unisul, Bento e Online vamos brigar pelo título. Nunca uma Superliga teve tantas equipes com chances.''
Os outros participantes são Intelbras/São José, Náutico Araraquara, Shopping ABC/São Caetano, O jogo de abertura do campeonato será entre Unisul e UCS/Colombo, que se enfrentam às 20 horas do sábado, em Florianópolis.
Feminino Entre as mulheres, a Finasa/Osasco terá um grande rival pela frente: é o Rexona/Ades, que mudou de Curitiba para o Rio de Janeiro e conta com atletas como Fernanda Venturini, Sassá e Fabiana, que foram aos Jogos de Atenas. No banco, a maior estrela: o técnico Bernardinho. ''Eu diria que a Superliga está dividida em três grupos. O campeão deve ser ou Rexona, ou Finasa ou Campos, disso não sai. Depois vêm Pinheiros, Brasil Telecom e Minas, e na sequência, os outros'', diz Fernanda, que coleciona 12 títulos nacionais.
Em Osasco, a maior preocupação do técnico José Roberto Guimarães é o entrosamento entre a levantadora Gisele e o resto do elenco. A jogadora vem de cinco meses de recuperação de uma lesão no tornozelo. ''Apesar de termos ganho o Paulista, o que ainda me preocupa é o tempo de bola entre a Gisele e as atacantes. Ainda falta velocidade e ritmo, que com outras levantadoras era diferente'', analisa Zé Roberto.
As outras três equipes participantes são Sesi Esporte, de Minas Gerais; Macaé, do Rio e São Caetano

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