San Francisco - O Denver Broncos venceu na noite de domingo o Carolina Panthers por 24 a 10 e levou o Super Bowl 50 da NFL, a liga de futebol americano dos Estados Unidos, disputado no Levi's Stadium, em Santa Clara, na Califórnia, conduzido pela força da sua defesa e experiência do astro Peyton Manning.
Ele tornou-se aos 39 anos e 320 dias o quarterback mais velho da história a levantar o mais cobiçado troféu do futebol americano, o segundo da sua carreira e o terceiro da franquia do Colorado.
Os dois primeiros foram conquistados em 1997 e 1998, com o lendário John Elway, hoje diretor de operações e principal responsável pela montagem do elenco vitorioso.
Manning fez história, mas não chegou a ter uma grande atuação na finalíssima: acertou 13 dos 23 passes que tentou, para um total de apenas 141 jardas.
O grande destaque do Super Bowl foi o linebacker (jogador de defesa) Von Miller, eleito o MVP (Jogador Mais Valioso), que forçou dois fumbles e conseguiu 2,5 sacks.
Líder da defesa de ferro dos Broncos, Miller foi um verdadeiro pesadelo para o quarterback do Panthers, Cam Newton, eleito na véspera o MVP da temporada.
"Eles simplesmente jogaram melhor. Não há nada que acrescentar, fomos dominados", lamentou Newton, de 26 anos.

APOSENTADORIA
Tudo indica que Manning, que completará 40 anos em março, vai sair de cena pelo alto, com esse segundo título, depois de ter triunfado em 2007, com o Indianapolis Colts, que o dispensou em 2011, por considerar que era velho demais para atuar em alto nível.
Mesmo assim, o veterano não quis revelar sua escolha. "É uma noite emotiva, e foi uma semana emotiva. Vou tirar um tempo para refletir", assinalou Manning depois da partida, a respeito de uma possível aposentadoria.
O quarterback também destacou que o impressionante resultado (24 a 10) na inesperada vitória dos Denver reflete o caráter dos companheiros de equipe.
"Prova nossa resistência, nossa resiliência e nossa generosidade", destacou.

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