Marcelo ArcoverdeO ‘‘tapete’’O Superior Tribunal de Justiça Desportiva reunido. Segundo juristas, tribunal está irregular depois da Lei ZicoO Campeonato Brasileiro começa com a ameaça de suspensão do Bragantino e do Fluminense. A diretoria do Náutico, terceiro colocado na Série B do ano passado, alega que depois da virada de mesa que colocou o Bragantino e o Fluminense na Série A, o time pernambucano também tem direito de participar do campeonato.
Os dirigentes do Náutico entraram nesta semana com um recurso no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) contra a decisão da diretoria da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que desrespeitou o estatuto da entidade ao impor a participação dos dois clubes na competição. O Fluminense e o Bragantino foram rebaixados para a Série B no ano passado, mas conseguiram se manter na elite do futebol brasileiro graças a uma manobra política.
O presidente do STJD, Luís Zveiter, poderá conceder na segunda-feira o efeito suspensivo para impedir a participação dos dois clubes no campeonato. Os dirigentes do Náutico alegam, que além da diretoria da CBF ter ignorado o estatuto da entidade ao colocar o Fluminense e o Bragantino na competição, o artigo quarto do regulamento do campeonato proíbe a participação do clube paulista no Brasileiro.
O artigo diz que é indispensável que no ano da competição a associação continue a pertencer à primeira divisão da Federação a qual for filiada e tenha participado do último Campeonato Estadual principal. O Bragantino participou da Série A-II do Campeonato Paulista neste ano. Apesar do recurso do Náutico, a CBF confirmou a participação dos dois clubes na primeira rodada.

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