São Paulo - Pela segunda vez, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) indeferiu os pedidos de Goiás e Fluminense de abertura de inquérito contra o Santos, que escalou Jerri antes de seu novo contrato ser registrado e publicado no BID (Boletim Informativo Diário) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
O pleno do tribunal, composto por nove auditores, manteve a decisão do seu vice, Paulo César Salomão, e alegou intempestividade fora do prazo para rejeitar as demandas dos clubes, que queriam recuperar os pontos perdidos com o meia em campo.
O tribunal, baseado no artigo 116 do Código Brasileiro Disciplinar do Futebol (modificado pela resolução 1A/97), entendeu que os clubes perderam o prazo de cinco dias após a publicação da súmula para reclamar os pontos. Os clubes defenderam a aplicação do artigo 196 do mesmo código, que diz ser de 30 dias o prazo para protocolo de queixas. ''Não foi discutido se o contrato estava ou não irregular. O problema foi o prazo. Para esse caso, não há mais recurso'', disse Joyce Nascimento, coordenadora do STJD.
Botafogo O técnico Levir Culpi tem duas dúvidas para escalar a equipe do Botafogo que enfrenta o Gama, amanhã, em Brasília. Ele ainda não decidiu se escalará Camacho ou Têti no meio-de-campo.
Ontem, o presidente Bebeto de Freitas descartou a possibilidade de o time atuar no Maracanã durante a segunda fase do Brasileiro. De acordo com o dirigente, a intenção é a de manter o mando de jogos no estádio Caio Martins.

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