Gustavo Teodoro da Silva, 18 anos, trabalha há sete no Londrina Golf Club e poderá realizar um primeiro sonho já neste segundo semestre. Como é caddie do professor do clube, Marcos Silva começará a acompanhá-lo pelo Brasil nos torneios do Circuito Profissional Tim. ''Sonho em um dia ser um jogador, mas por enquanto já será legal só por estar viajando, conhecendo o País e pegando experiência, além de ganhar também um dinheirinho'', comemorou.
Segundo Marcos Silva, a maior parte dos profissionais conta com um caddie exclusivo e o leva a todos os torneios em que participa. ''É bom você ter o seu caddie porque ele já conhece seu jogo e suas características psicológicas. Eu só vou começar este ano a levar o Gustavo, porque antes não sobrava muito pra isso, já que as premiações no Brasil ainda não pequenas'', informou o professor, que diz ser necessário ficar entre 10º e 15º colocado nos torneios para ao menos tirar ao menos a despesa, que gira em torno de R$ 2 mil por evento.
Marcos Silva tem 33 anos e é profissional há 12. Ele faz parte do grupo de caddies que viraram jogadores e que são maioria (cerca de 60%) entre os inscritos no circuito da FGA Brasil. Os outros 40% são golfistas que começaram a praticar por hobby, como amadores, e se profissionalizaram. Os primeiros se sustentam dando aulas em clubes de golfe, enquanto os ex-amadores geralmente são patrocinados por empresas. (J.K.)

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