Torneio feminino, arbitragem feminina. A Confederação Brasileira de Futsal (CBFS) adotou como norma a utilização de árbitras nos torneios oficias femininos. É uma forma de motivar as ingrantes do quadro do apito nacional, que vem mostrando muita evolução. Na Taça Brasil, das oito apitadoras, três são integrantes do quadro da Fifa: Gisele Torri, de Santa Catarina, Alani Jussara da Silva Lucena, do Ceará, e a paranaense Katiucia Meneguzzi dos Santos.
De acordo com o diretor de arbitragem da CBFS, Paraguaçu Figueiredo, a implantação da arbitragem feminina é uma forma de comprovar a evolução da modalidade entre as mulheres no Brasil. ''Já passou o tempo do preconceito'', ressaltou.
De acordo com o dirigente, a tendência é de que no Sul-Americano, a medida seja adotada também. Assim, duas árbitras brasileiras devem se escolhidas. A catarinense Gisele deve ficar com uma das vagas. No Mundial Masculino disputado no Brasil, no ano passado, ela foi a primeira árbitra na história a ser convocada pela Fifa, mas ficou na reserva. (T.M.)

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