Londrina - Um editor de imagens para auxiliar esportistas de todas as modalidades, tendência nos Estados Unidos e na Europa, acaba de chegar ao Brasil. É o software V1, desenvolvido pelo site V1 Sports - adquirido, segundo o responsável pelo departamento de tênis do Londrina Country Club, Marcelo Tebet, com exclusividade para uso no Brasil pela empresa Tebet e Danelon Sports.
Oriundo do golf, o programa tem sido utilizado em diversas modalidades, como beisebol, tênis, futsal, entre outros, e permite colocar lado a lado lances de atletas profissionais e iniciantes como forma de corrigir erros e melhorar desempenhos. ''Não vai ter como escapar. Por conta da facilidade de operação do programa, a tendência é ser utilizado em outras modalidades esportivas'', acredita Tebet.
O software foi produzido pela IMG - Nick Bollettieri Tennis Academy - há três anos e Tebet garante que é o primeiro treinador a adquiri-lo no Brasil. O investimento é da ordem de US$ 1.295,00 (R$ 2.525,00) ao ano, além de uma taxa de US$ 300 (R$ 600), referente a assistência técnica. ''Passei duas semanas em Bradenton, na Flórida, Estados Unidos, com mais 14 brasileiros aprendendo a mexer no V1 com Brad Gilbert (ex-técnico de André Agassi), na IMG'', conta.
Praticidade parece ser a qualidade mais importante do V1. Durante os treinamentos, o técnico grava o trabalho dos alunos e depois elenca os detalhes mais importantes a serem corrigidos. Na sequência, ele grava no domínio do V1 e manda um e-mail com um link para que o atleta possa ver suas deficiências e corrigi-las. ''Funciona como uma tarefa, um dever de casa'', aponta.
Tebet acredita que futebol, voleibol, basquete e outros esportes tendem a adotar o software devido à ''facilidade de uso e eficácia que o programa oferece na hora de trabalhar os erros dos atletas'', aponta. Além de ser fácil de operar, Tebet afirma que é possível utilizar imagens captadas por câmeras de celular, mini-dvs, entre outros formatos disponíveis. ''Também não tem problemas com direitos autorais dos atletas, porque é possível usar conteúdos de direitos livres como no Youtube'', esclarece.

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