Timidez, falta de personalidade e adaptação difícil. Esses são os fatores básicos apontados pelos jogadores e membros da comissão técnica da Seleção Brasileira para explicar os motivos que fazem um atleta não repetir a performance que tem em no seu clube quando veste a camisa ‘‘verde-amarela’’.
O meia-atacante Giovanni parece ter sido vítima desse problema na estréia do Brasil na Copa do Mundo, contra a Escócia. Depois de uma ótima temporada no Barcelona, o jogador decepcionou o técnico Mario Jorge Zagallo. Tanto que pode perder a posição de titular para Leonardo, na partida contra Marrocos, terça-feira.
‘‘É uma questão muito pessoal. Alguns sentem mais uma estréia do que outros’’, disse o treinador, em referência explícita a Giovanni. O coordenador-técnico Zico tem uma opinião parecida. ‘‘Depende muito da personalidade de cada um. Alguns jogadores sentem mais a pressão do que outros. Isso é do ser humano.’’
O zagueiro Aldair disse que o problema pode ser causado pela falta de adaptação do jogador ao estilo da Seleção. ‘‘Pode ser que no clube você tenha uma certa liberdade e moral de fazer algumas coisas que na Seleção não podem acontecer.’’ ‘‘Para mim é mais fácil jogar na Seleção. Aqui sou igual aos outros, não existem diferenças culturais’’, disse o zagueiro André Cruz, que joga no Milan, clube da Itália.
Luto‘‘O Comitê Francês de Organização (CFO) da Copa do Mundo da França e a Fifa estão de luto. O presidente Fernand Sastre morreu ontem’’. Com esta frase, foi anunciada, no começo da tarde de ontem, a morte do dirigente francês. O ex-jogador Michel Platini, que integra o comitê de organização chorou nas tribunas de honra do estádio La Beaujoire, em Nantes, onde jogavam, Espanha e Nigéria. Durante nove anos ele trabalhou como presidente do Comitê Organizador da candidatura da França para a sede da XVI Copa do Mundo.France PresseCopa está assustandoO pouco futebol mostrado por Giovanni na primeira partida, pode ser um sintoma da síndrome do ‘amarelão’Agência Folha

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