Síndrome de pequeno persegue o Malutrom
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terça-feira, 01 de maio de 2001
Rodrigo Sais De Curitiba 
O Malutrom ainda se vê como um time pequeno. Mesmo com as boas campanhas realizadas na Copa João Havelange e no começo do Campeonato Paranaense deste ano, o time não teve cacife político para garantir uma boa cota de ingressos para o primeiro jogo da semifinal contra o Atlético, neste domingo, no estádio Durival de Britto e Silva. O time cedeu 80% das entradas para o Furacão, ficando apenas com as sociais da Vila Capanema.
O retrospecto contra o Atlético neste campeonato também não é animador para o time do técnico Tadeu Martins. O Atlético venceu as duas partidas por placares dilatados: 4 a 0 e 3 a 1. O carrasco do Malutrom até agora foi Kléber, que marcou quatro dos sete gols do Atlético Paranaense.
Mesmo com este panorama, o Malutrom está confiante em suas chances. Para Tadeu Martins, a classificação deu ao time mais forças, e o elenco pretende se superar. Não vamos nos intimidar. Nosso time também tem qualidade, afirmou Tadeu, que como jogador foi campeão paranaense de 1992 defendendo o Londrina. O atacante Aléssio, revelado pelas categorias de base do Londrina, também foi companheiro de Tadeu no último título Estadual conquistado por um time do interior.


