Sete estão machucados e médico acha normal
Embora seja numeroso, o elenco do Londrina está sendo necessário devido ao elevado número de contusões e lesões que os atletas vêm sofrendo, além dos que se revezam em períodos de suspensão por cartão. Esta semana o clube está com nada menos que sete jogadores machucados. Dois não devem mais jogar este ano devido a lesões sérias: os atacantes Ricardo, com problemas no púbis, e Vander, que fraturou o tornozelo direito no início do returno. Outro que está há bastante tempo fora é o matador Zé Ílton, que operou o menisco há quase um mês.
O zagueiro Geilson se recupera de dores no púbis e também de uma torção no tornozelo, enquanto o veterano Capone tem sentido dor muscular e uma torção no tornozelo esquerdo. O meio-campo também sofre com os desfalques de João Paulo (tornozelo) e Gilmar (estiramento). Apesar da coincidência de lesões parecidas, o médico do Londrina, Alexandre Queiroz, nega que a ''bruxa esteja solta'': ''Para mim, está dentro da normalidade. Uns tiveram lesão típica de treinamento e os outros choques casuais durante os jogos. São coisas inerentes à atividade deles (jogadores)'', comentou.
Queiroz admite que o estado do gramado do VGD é ruim no momento, mas não que seja o culpado pelo número excessivo de torções. ''Hoje, com esta seca que estamos sofrendo, não tem um campo sequer no Paraná que esteja bom. Todos têm problemas e o atleta precisa se acostumar com o piso mais duro'', afirmou. (J.K.)





