São Paulo - Do lado mais tradicional, o ataque é prioridade. Para a força intermediária e a grande surpresa, a defesa. Na reta final, a Série B vai confrontar os dois melhores ataques da competição com as duas defesas mais seguras.
Ninguém marcou mais gols do que o Palmeiras foram 68. O Botafogo vem logo atrás, com 61. Os cariocas, entretanto, levaram vantagem na segunda fase do torneio 16 contra 14. Sem a mesma força ofensiva, Marília e Sport reforçaram a defesa e se deram bem. Os pernambucanos foram os menos vazados até agora, com 30 gols. O time do interior de São Paulo vem em segundo no ranking, com 32 tentos sofridos.
Apesar de características diferentes, os envolvidos na disputa apostam em muito equilíbrio até o final do quadrangular decisivo. ''O que vai pesar mesmo é o emocional, pois as oportunidades vão aparecer para todos os times, que são muito equilibrados'', diz Levir Culpi, técnico do Botafogo, que não perdeu para os três rivais na primeira fase.
''Todos eles têm condições de conseguir o acesso'', afirma Luiz Carlos Ferreira, técnico do Marília, único dos quatro finalistas que nunca teve o gosto de jogar a primeira divisão do Campeonato Brasileiro.
Palmeiras Pedrinho, com dores no joelho direito, não treinou ontem novamente em Extrema (MG) e desfalcará o Palmeiras no jogo contra o Botafogo, sábado, às 21h40. A situação do meia é um mistério. Ele não treina desde terça, e a diretoria do Palmeiras proibiu que os médicos do clube se pronunciem sobre o atleta, que também não pode falar à imprensa.

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