O técnico Bernardo Rezende, o Bernardinho, reviu sua posição e acha que não haveria mal algum em o líbero Sérgio Santos assumir o apelido Escadinha nas costas da camisa, de número 10, da seleção brasileira de vôlei. Escadinha que sempre usou o apelido na camisa do Banespa, por uma imposição da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e do Banco do Brasil virou Sérgio na seleção. Até mesmo a Rede Globo de Televisão optou por Sérgio.
Ontem, em cerimônia de homenagem da entidade a jogadores do passado e à recente conquista do título da Liga Mundial, o treinador disse que não pretende ‘‘criar celeuma’’ e que, no momento certo, vai expor, com calma, a sua opinião aos patrocinadores nesta questão.

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