São Paulo - De zagueiro mediano a ídolo de Coronel Fabriciano, cidade de mais de 97 mil habitantes cravada na região do Vale do Aço, em Minas Gerais, que aprendeu a torcer pelo eterno camisa 3 do São Caetano. O quadro descrito acima já é visto nas pessoas que caminham com as cores da equipe do ABC pelas pacatas ruas e no túmulo de Serginho, o mais visitado do município. Agora, essa celeuma em torno de sua morte deve ganhar mais fôlego com a idéia de se criar a fundação Serginho 3 e um memorial em sua homenagem. A iniciativa de imortalizar Serginho em Coronel Fabriciano é da viúva Helaine Cristina de Castro Cunha, 28 anos, e de seus empresários, que darão sequência a um projeto antigo do jogador: uma entidade com caráter assistencial aos pobres e que também ensine futebol à crianças carentes.

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