A presença de Serginho Chulapa como integrante da comissão técnica do Santos está se tornando um fator inibidor das tentativas do Santos de contratar um novo técnico. Treinadores consultados pelo clube rejeitaram o convite porque não querem ficar à ‘‘sombra’’ de Serginho, que integrará a comissão. O temor é que, em caso de maus resultados, a torcida passe a pressionar a diretoria para efetivar Serginho, ex-jogador, ex-treinador e ainda ídolo dos santistas. Além desse fator, outro complicador é o salário oferecido – considerado baixo pelos técnicos para os padrões de um time ‘‘grande’’. O Santos pretende gastar, no máximo, R$ 50 mil por mês com um novo treinador. Carlos Alberto Parreira, que não quis renovar contrato e se demitiu, ganhava R$ 100 mil. Depois dele, o Santos tentou contratar Nelsinho Batista, Cabralzinho, Valdyr Espinosa e Hélio dos Anjos, mas não acertou com nenhum.

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