Sensação da Nascar faz teste no novo time da F-1
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quarta-feira, 19 de agosto de 1998
Das Agências 
A equipe BAR, que estréia na F-1 em 1999, agenda um teste com Jeff Gordon, a atual sensação do automobilismo norte-americano. Bicampeão e atual líder da Nascar, Gordon, 27, é um dos responsáveis pelo boom de audiência que o campeonato local de stock-car vem experimentando no país. Seu passe, inclusive, está sendo disputado pela equipe Ganassi, que o quer como substituto de Alessandro Zanardi na Indy. Gordon, porém, ganha um salário anual de US$ 10 milhões, muito superior à média da Indy, um impasse.
Na F-1, Gordon vê outras dificuldades. Se meu sonho fosse a F-1, teria entrado na F-Ford há dez anos , declarou o piloto à Autosport inglesa, nesta semana. Craig Pollock, um dos donos da ex-Tyrrel, confia que o teste, ainda sem data marcada, mas confirmado pelo piloto, possa seduzi-lo.
Em Johannesburgo, ao lado de Nelson Mandela, Bernie Ecclestone confirmou a volta do GP da África do Sul em 2001 ou, com sorte , em 2000.
Eletrônica - Aos poucos os carros de F-1 vão se tornando tão eletrônicos como eram até a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) proibir esses recursos, a partir de 94. A última novidade na área é a possível volta do controle de tração. O acelerador eletrônico há dois anos já foi readmitido.
O motivo de a FIA praticamente ter já decidido a liberação do uso do controle de tração em 99 é simples: impossibilidade de controlar sua proibição. Os times de maiores recursos, como Ferrari, McLaren, Williams e Benetton, gastam alguns milhões de dólares pesquisando formas de controlar a tração de seus veículos, hoje essencial para o bom desempenho do conjunto. Esses estudos visam na realidade obter o efeito do controle de tração.


