Ayrton Senna era o pole do 14º GP de San Marino. O diretor de prova, Roland Brunseraede, deu o sinal verde exatamente às 14 horas. Senna largou bem, mas uma colisão entre Pedro Lamy e J.J. Lehto fez o diretor de prova dar bandeira amarela. Brunseraede autorizou a entrada do Safety Car, até que a pista fosse limpa. Reiniciada a prova, Senna manteve-se em primeiro com Schumacher logo atrás. Duas voltas mais tarde, a tragédia: a Williams escapou de repente da pista, na entrada da fatídica curva Tamburello.
Com certeza Senna teve problemas no carro. A Williams seguiu reto, ele nem esboçou iniciar a curva. Não teve tempo de reagir com nenhuma manobra. Entre a pane se manifestar, ocasionando a indirigibilidade do carro, e o choque não decorreu mais de um segundo. O FW16 colidiu a cerca de 280 km/h. O médico Domenico Cosco, no Hospital de Bolonha, disse que Senna bateu a cabeça no muro e seu corpo não tinha traumatismos. Mais tarde a verdade: um pedaço da barra de direção havia se quebrado e, como uma lança, atingiu acima do olho direito do piloto, furando o capacete.
No sábado, o piloto austríaco Roland Ratzemberger havia morrido em acidente. Ainda nos treinos, Rubinho Barrichello bateu forte na cerca.

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