Sem técnico, Atlético vive momento de crise
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Luciano Balarotti<BR> Equipe da Folha 
Curitiba Ainda sem definição sobre o novo treinador, que pode ser Sérgio Guedes, o Atlético mergulhou de vez em má fase. Em dias de bruxa à solta no CT do Caju, o clube perdeu o volante Claiton por no mínimo quatro meses e o atacante Alex Mineiro para o jogo de amanhã, contra o Fluminense, em Londrina. E enfrentou rebelião dos atletas afastados do elenco.
Os problemas começaram com o rompimento do tendão de Aquiles do recém-contratado volante. O Predador mal sequer jogou e já é desfalque certo para a sequência do Brasileirão. Se conseguir se recuperar no menor prazo estimado pelos médicos, Claiton poderá participar no máximo das duas últimas rodadas da competição. Menos grave foi a lesão do atacante, que teve uma contratura na coxa. Para completar, Wallyson torceu o tornozelo e é dúvida para o jogo de amanhã.
Enquanto a equipe fazia os últimos preparativos antes da viagem para Londrina, três dos cinco atletas afastados Rafael Moura, Zé Antônio e Alberto reclamaram publicamente da diretoria. Particularmente estou ofendido porque todo mundo sabe da minha identificação com o clube. Pretendo cumprir meu contrato, mesmo afastado, porque já falei que não iria jogar em nenhum outro clube brasileiro que não o Atlético. É uma pena que quem acabou de chegar e pode sair antes de mim tome esta atitude, protestou o lateral-direito, que voltou ao Furacão no ano passado.


