Londres - A possibilidade de que Brasil ou Espanha joguem para perder hoje foi descartada pelos dois lados. Como se sabe, a equipe que perder a partida, marcada para as 16 horas (de Brasília), pode encerrar a sua participação na fase classificatória na terceira colocação. Caso essa equipe derrotada na partida de hoje supere o adversário das quartas de final - hoje a Argentina, mas pode ser também a França -, escaparia de um confronto semifinal contra os Estados Unidos.
Se o basquete espanhol e o brasileiro não repetirem o que fez a seleção de vôlei de Bernardinho, no Mundial de 2010 - que entregou um jogo à Bulgária para escapar de Cuba, como reconheceu o líbero Mário Júnior -, a Basketball Arena tem tudo para acompanhar um grande jogo de basquete.
O Brasil de Rubén Magnano hoje é uma equipe que comprovadamente sabe defender. Trata-se da seleção que sofreu o menor número de pontos entre os 12 participantes do torneio olímpico de basquete. Foram 267 em quatro jogos.
A confiança da Espanha, vice-campeã olímpica e campeã mundial em 2006, leva seus jogadores até a minimizar a importância das derrotas. O insucesso perante a Rússia (74 a 77) não preocupou a equipe comandada pelo técnico italiano Sergio Scariolo. Os espanhóis atribuem a erros seus, e não a méritos russos, o resultado inesperado.
1 vitória
A seleção brasileira feminina de basquete, enfim, venceu uma partida nos Jogos Olímpicos. Ontem, na despedida da competição, o Brasil venceu a Grã-Bretanha, por 78 a 66. Com o resultado, a equipe terminou em 5º lugar no Grupo B.

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