O União Bandeirante, um dos clubes mais tradicionais do interior do Estado, e o Roma Apucarana passam por um séria crise financeira. Sem conseguir patrocinadores, os dois clubes devem colocar muitos juniores em campo para a disputa do Campeonato Paranaense.
No time de Apucarana as dificuldades aumentaram após o veto da comissão de vistorias da Federação Paranaense de Futebol (FPF) ao Estádio Bom Jesus da Lapa. O time tem até o dia 30 para regularizar a situação da praça se quiser mandar seus jogos no local.
Durante o arbitral financeiro do Estadual, na terça-feira, o presidente João Wilson Antonini, o Kiko, já adiantou que não terá como atender às exigências. Caso não possa mandar seus jogos em Apucarana, Kiko disse que o clube deixará a cargo da FPF a indicação de outro local.
Para complicar ainda mais, o Roma perdeu seu patrocinador, uma empresa paulista. Diante das dificuldades financeiras, a direção do Roma ameaça disputar o Paranaense com a base da equipe Sub-20.
No União, a situação não é muito diferente. Se quando o clube era comandado pela família Meneghel, proprietária da Usina Bandeirante, a situação já não era das melhores, após a saída de Serafim Meneghel da presidência do clube a crise piorou. O empresário Benedito Luís Ferraz, novo presidente, sofre para conseguir um novo patrocinador e também já adiantou que apostará em juniores.

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