Seleção treina com público em Goiânia
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
Agência Estado 
Goiânia - No último treino antes de embarcar para Brasília, onde fará a sua estreia na Copa das Confederações, neste sábado, às 16 horas, diante do Japão, a seleção brasileira realizou na manhã de ontem a primeira atividade aberta aos torcedores em Goiânia. Os comandados de Luiz Felipe Scolari trabalharam no Estádio Hailé Pinheiro, do Goiás, mais conhecido como Serrinha, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Na semana passada, cerca de 200 pessoas vaiaram a seleção assim que o ônibus com a equipe nacional deixou o mesmo local, revoltadas pelo fato de Felipão ter fechado o treinamento e proibido a entrada de torcedores.
Desta vez, porém, a torcida finalmente pôde ver um treino da seleção de perto em Goiânia e muitos dos torcedores exibiram um clima festivo nesta despedida dos atletas da capital goiana.
Em meio a esta atmosfera positiva, os jogadores realizaram inicialmente um treino físico comandado pelo preparador Paulo Paixão, antes de participarem de um trabalho técnico e tático dirigido por Felipão.
A seleção embarcou ainda ontem para Brasília em voo fretado às 14h30, depois de uma alteração de última hora no planejamento traçado pela CBF, que previa uma viagem de ônibus até a capital federal.
Recuperado
Artilheiro da era Felipão nos cinco amistosos disputados contra seleções europeias desde fevereiro, Fred está pronto para assumir a responsabilidade de ser o homem gol do Brasil na Copa das Confederações.
A fratura parcial na costela, que incomodava o atacante quando ele se apresentou à Seleção no fim de maio, já foi superada durante o período de preparação para o torneio.
"Já está 100% curada. Fiz tratamento intensivo com fisioterapia e acabou. As dores foram diminuindo ao longo da preparação", avisou o jogador, que ainda voltou a admitir problemas com Mano Menezes.
Acostumado a carregar o rótulo de ser o jogador que decide no Fluminense, Fred não se intimida com a pressão e garante que poderá desempenhar o mesmo papel.
"Para mim isso é normal. É assim no Fluminense, foi assim no Lyon e no Cruzeiro quando tinha 20 anos. O prazer e a sensação de responsabilidade são coisas que você carrega desde a base. Já havia aquela pressão para vencer na vida e ajudar a família. Se algo não estiver bom, pode jogar que não irei fugir da responsabilidade", atestou o atacante.


