Rio, 20 (AE) - O supervisor da seleção brasileira sub-17
Nilson Gonçalves, disse hoje que não vai haver nenhum procedimento especial em relação ao grupo de convocados que disputará o quinto Mundial da categoria, na Nova Zelândia, entre os dias 10 e 27 de novembro. Segundo ele, a direção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não lhe fez nenhum pedido no sentido de rastrear a documentação dos jogadores. "Vamos fazer o que sempre fazemos", disse.
Gonçalves explicou que normalmente confere as certidões dos jogadores e depois as confronta com o documento dos clubes. "Só realizamos uma verificação extra caso haja uma rasura ou outras irregularidades."
Supervisor da seleção sub-17 há sete anos, ele garante ter uma cópia autenticada da certidão de nascimento original do atacante Sandro Hiroshi, do São Paulo. "Não há nenhuma irregularidade em sua documentação." A seleção sub-17 viaja dia 23 para o Japão, de onde seguirá para a Nova Zelândia.

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