Assim como no futebol, em que vários jogadores ganham notoriedade pelos problemas que provocam, o basquete feminino também tem os seus ‘‘Edmundos’’. Na verdade uma dupla deles, formada por integrantes da mesma família. São as irmãs Sobral, Marta e Leila, que, quando menos se espera, aparecem causando problemas. A pivô Marta não aceitou sua convocação para a seleção brasileira que está em Vitória para a disputa do Campeonato Sul-Americano, a partir de amanhã. A estréia será contra o Equador. A ala-pivô Leila fez pior. Não pediu dispensa, não se apresentou ao técnico Antônio Carlos Barbosa e nem deu explicações. Simplesmente, não apareceu.
Primeiro, Leila pediu ao treinador para apresentar-se com o segundo grupo. ‘‘Alegou que tinha recém-chegado da Grécia e precisava organizar coisas pessoais’’, disse Barbosa. O próprio treinador, no entanto, havia sido informado de que Leila estava no Brasil há algum tempo. Comenta-se que a jogadora teve problemas e deixou o Panathinaikos, da Grécia, antes do fim da temporada. Leila recebeu a passagem aérea para ir ao Rio, enviada pela Confederação Brasileira de Basquete, mas não se apresentou no dia determinado, quinta-feira. O time seguiu para Vitória, no domingo, sem a atleta.

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