São Paulo - A seleção brasileira de vôlei cumpriu ontem a promessa feita há 48 dias ao presidente Fernando Henrique Cardoso: retornaram ao Palácio do Planalto com a medalha de ouro do Campeonato Mundial no pescoço.
No último encontro, em agosto, a equipe não chegou a usar a medalha de prata da Liga Mundial conquistada dias antes e considerou a celebração uma espécie de consolo.
Desta vez, os jogadores receberam a Cruz do Mérito Desportivo, a mesma medalha entregue aos pentacampeões do futebol.
FHC admitiu não ter assistido ao final do jogo porque não aguentou a emoção do tie-break. ''Ontem, no último set, eu não assisti o final. Não aguentei'', disse. ''Depois, naturalmente, foi aquela alegria, aquela explosão de alegria que invadiu todo Brasil.''
O presidente afirmou que o Brasil começa a ser uma ''potência esportiva'' e homenageou outros atletas, como o velejador Robert Scheidt, o tenista Gustavo Kuerten, o boxeador Acelino Popó de Freitas, a ginasta Daniele Hypólito, o piloto Rubinho Barrichello e os jogadores de futebol Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo.
Depois de ir a Brasília, a seleção tinha previsto desfile na orla marítima do Rio.
Alegando cansaço, cancelou o evento na última hora.

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