O presidente da Nike, o norte-americano Thomaz Clark, disse ontem que a multinacional de material esportivo vai oferecer ‘‘todas as condições’’ para que a CBF transforme a seleção brasileira num Dream Team. ‘‘Essa parceria marca o evento mais importante da história global do esporte’’, definiu. ‘‘Apesar de patrocinarmos atletas fantásticos, como Michael Jordan e André Agassi, nenhum tem o poder duradouro global do futebol brasileiro.’’ A empresa vai investir US$ 400 milhões em dez anos. O seu faturamento este ano será de mais de US$ 8 bilhões. Segundo Clark, não é um patrocínio, mas sim uma sociedade entre a Nike e o futebol brasileiro. ‘‘Vamos trabalhar com a CBF de outras formas, oferecendo outras parcerias’’, prometeu. A estréia do novo uniforme, com estilo sóbrio, acontecerá em janeiro, no Chile, quando a seleção brasileira sub-20 disputará o Mundial.
O Nacional O Campeonato Brasileiro da Série A poderá ter seis clubes rebaixados, a partir de 97. O anúncio foi feito pelo por Ricardo Teixeira, durante asinatura do contrato com a Nike, no Morro da Urca. O dirigente disse que a idéia é atingir o número ideal de 16 clubes na Série A e fortalecer a Série B. A proposta será discutida com os clubes. ‘‘Queremos rebaixar seis em 97 e mais seis em 98, promovendo dois da Segunda Divisão, em cada ano, até chegarmos aos 16’’, esclareceu Teixeira. ‘‘Com isso, vamos ter duas divisões fortes e rentáveis’’, acredita. A contrapartida deve ser o aumento no número de participantes da Copa do Brasil. De acordo com o dirigente, não será convite, mas sim ‘‘um critério justo de escolha.’’
A Copa do Brasil teria 32 participantes - 27 campeões estaduais e cinco vices (Rio, São Paulo, Minas, Paraná e Rio Grande do Sul). A CBF pode anunciar na próxima semana a participação de mais oito clubes - Inter-RS, Fluminense, Bahia, Corinthians, Botafogo, Santos, Atlético-PR e mais, entre Náutico, Santa Cruz e América-MG.

mockup