São Paulo - Para afastar a imprensa e os fãs, uma guarda montada esteve durante todo o dia de ontem em prontidão nos portões do castelo de Chantilly, a 35 quilômetros de Paris, onde aconteceu o casamento do jogador Ronaldo com a modelo Daniella Cicarelli.
Por causa da segurança reforçada, os 250 convidados, entre eles, os 17 jogadores do time do Real Madrid e o técnico Vanderlei Luxemburgo não puderam entrar na festa com máquinas fotográficas, filmadoras ou celulares que tiram fotos. Aliás, todos tiveram de mostrar seus documentos na entrada, já que o convite da cerimônia era nominal.
Dentre os convidados famosos do casamento, além dos jogadores e o técnico do Real Madri, estavam o ministro da Cultura, Gilberto Gil, o governador de Minas Gerais e padrinho dos noivos, Aécio Neves, e os pilotos de F-1 Michael Schumacher e Fernando Alonso.
A missa de união, prevista para ser realizada em uma capela ao lado do castelo, não foi oficial, já que Ronaldo não conseguiu autorização do papa para se casar. Além disso, os trâmites da separação legal com Milene Domingues, 25, com quem o jogador tem um filho, ainda não terminaram.
O aluguel do Chantilly, cercado por jardins, custou cerca de 20 mil euros (mais de R$ 70 mil) por dia. A decoração ficou sob os cuidados de Vic Meirelles. O casal tinha autorização para ocupar o lugar das 18 horas de ontem à 1 hora de hoje. Se a festa passasse do horário, seriam cobrados 10% do valor da locação para cada hora extra.
O acesso ao jornalistas foi vetado. Especula-se que apenas uma revista espanhola a Hola cobriria o evento.

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