SEGUE NA CAÇA
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segunda-feira, 10 de novembro de 2014
BRUNO GROSSI<br>[email protected] 
Michel Bastos, Kaká e Alan Kardec no banco de reservas, assim o São Paulo começou o confronto com o Vitória ontem no Barradão. No primeiro tempo, então, o time misto comandado por Luis Fabiano teve de assumir a bronca, e o fez com eficiência. No segundo, quando nem os milagres de Rogério Ceni foram suficientes, Kaká saiu do banco para dar a vitória por 2 a 1, um pouco frustrada pela virada do Cruzeiro sobre o Criciúma.
Muricy Ramalho havia dado indícios de que usaria força máxima na capital baiana. Despistou bem. Na chegada ao Barradão, o presidente Carlos Miguel Aidar acreditava que todos os principais jogadores seriam poupados. Bom despiste, de novo. Em campo, os paulistas foram representados por time misto, com Ceni, Ganso e até Souza, com dores no púbis, e os jovens Auro e Ademilson.
Mas bastaram 12 minutos para que qualquer desconfiança fosse rechaçada. Osvaldo, um dos beneficiados com o descanso dos astros, cobrou falta com categoria e encontrou Luis Fabiano, aniversariante do último sábado, fora do bolo. O artilheiro
mostrou estilo para cabecear e chegar ao 18º gol na temporada.
No segundo tempo, quando o sol não castigava tanto os jogadores, foi o Vitória quem esquentou a partida. O São Paulo até tocava bem a bola, mas na correria os rubro-negros chegaram com perigo e só pararam em dois milagres de Rogério Ceni em chutes de Richarlyson e Juan. No lance seguinte, aos 11 minutos, o Mito nada pôde fazer quando o zagueiro Kadu acertou chute improvável no ângulo para empatar.
A solução foi colocar Michel Bastos e Kaká nas vagas de Osvaldo e Ademilson. Mais experiente, o Tricolor foi tomando conta do jogo, mas parava em Wilson. Até que o ex-tricolor Roger Carvalho escorregou e entregou a bola para Luis Fabiano. O faro de artilheiro deu lugar à solidariedade, e Kaká mostrou frieza para concluir. Felicidade pelo triunfo suado. Frustração pela manutenção dos cinco pontos para o Cruzeiro.








