Os mais desconfiados diriam que mais se parece um blefe para atazanar o inimigo. O certo, entretanto, é que o Londrina já não é mais um time sem dúvidas à véspera do jogo mais importante da vida do clube em quase meia década.
Ao invés de diminuirem, as dores recorrentes na coxa direita de Márcio Alan aumentaram depois do tratamento intensivo iniciado após a primeira partida das semifinais.
O jogador cearense, que voltou a mostrar bom futebol no empate de sábado, tem poucas chances de participar do treinamento coletivo de hoje no VGD, segundo o enfermeiro Alberto Fujimori. E se não participar da atividade, Alan ficaria em situação complicada para iniciar o jogo no Couto Pereira. Sem treinar, a única possibilidade de Alan seria entrar no segundo tempo.
''Se não participar do coletivo, as chances dele começam a diminuir muito'', afirmou o treinador Roberto Fernandes, que já fez suas conjecturas para uma possível substituição.
A primeira opção seria o atacante Zaltron. Neste caso, Marcelo Silva seria recuado. Se Fernandes preferir não mexer na estrutura tática, três são as opções: Germano (que jogou sábado no lugar do meia-defensivo Rocha), Marcos Cruz e Marquinhos Guarapuava (ambos fariam sua estréia no Paranaense).
Valdeir, outro meia preservado dos treinos por apresentar problemas musculares, tem situação bem menos grave. O alagoano está confirmado entre os titulares no coletivo e só não jogará se voltar a sentir a contusão. (L.F.M.)

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