Scolari mantém estilo defensivo
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domingo, 07 de outubro de 2001
Fernando Tupan<br> De Curitiba 
A vitória sobre o Chile por 2 a 0 deixou o Brasil batendo na porta da Copa do Mundo de 2002 na Coréia do Sul e no Japão. Os brasileiros chegaram a 27 pontos ganhos, abriram dois pontos sobre o quinto colocado e se isolaram no quarto lugar com o empate entre o Uruguai e a Colômbia em 1 a 1, em Montevidéu.
Para encerrar sua participação nas eliminatórias sul-americanas o selecionado pega no dia 8 de novembro a Bolívia, antepenúltima colocada, em La Paz. Uma semana depois o adversário será a Venezuela, última colocada e que vem de três vitórias consecutivas na competição, em local ainda não definido.
Maranhão, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro querem sediar o último jogo desta fase sul-americana. O Maranhão leva vantagem na corrida para ficar com o mando, já que existem interesses políticos envolvendo a filha do ex-presidente José Sarney, Roseana, que quer concorrer à presidência no próximo ano.
Independente dos jogos de interesse, o Brasil pode terminar a eliminatória em situação melhor do que se encontra no momento, caso ocorra uma combinação de resultados. O Equador, terceiro colocado com 29 pontos ganhos, pega na próxima rodada o Uruguai, em Quito, que luta para ficar com uma das quatro vagas ao Mundial. Na última rodada os equatorianos jogam contra o Chile e os uruguaios pegam os líderes argentinos.
A Colômbia alimenta chances de ir à Copa do Mundo, já que tem 21 pontos no torneio. Os próximos dois adversários da equipe de Francisco Maturana serão o Chile (em casa) e o Paraguai, segundo colocado, em Assunção.
A seleção que terminar as eliminatórias em quinto lugar disputará uma vaga na repescagem, contra a Austrália, campeã da chave da Oceania. Peru, Bolívia, Chile e Venezuela só cumprem tabela, já que estão fora da disputa pelo quinto lugar. Argentina e Paraguai já estão classificados.


