Frankfurt - Durante os mais de 50 anos de existência da Fórmula 1, o que sempre se discutiu foi quais as chances de determinado piloto vencer uma ou mais corridas da temporada. Michael Schumacher introduziu uma nova forma de pensar na torcida: quais as possibilidades de ele eventualmente não ser o primeiro colocado. O seu retrospecto neste Mundial não dá a menor abertura para se acreditar que outro piloto vencerá, por exemplo, a próxima etapa do campeonato, dia 18 na Hungria, ou mesmo as quatro que ainda restarão este ano.
Ontem o piloto da Ferrari comentou o seu momento iluminado: ''É impressionante também para mim. Tudo está dando certo, tenho consciência de que se trata de uma sorte incrível, à qual sou extremamente grato.'' Foi a segunda vez que Schumacher expressou algum misticismo nas suas palavras. A primeira ocorreu no domingo, quando se referiu a Deus, agradecendo-o por ter sido cinco vezes campeão do mundo no GP da França e uma semana depois ter vencido o GP da Alemanha, ''seus sonhos.''
A outra foi ontem, ao mostrar-se grato a ''alguém'' pela ''sorte'' que o acompanha. Na entrevista divulgada pelo site especial da Ferrari voltado à mídia, Schumacher diz que agora vai descansar, mas sua vontade de continuar vencendo será a mesma quando regressar, dentro de pouco menos de três semanas.
Rali O Rali Internacional dos Sertões chegou ontem a sua segunda metade, com quase 2.300 quilômetros já percorridos. Até o início da etapa entre Janaúba-MG e Bom Jesus da Lapa-BA, a liderança estava nas mãos de Jean Azevedo, com uma KTM, na categoria Motos; Édio Fuchter/Milton Pereira, com uma Chevrolet S10, na Carros; e Alfredo Yan de Andrade/João Guilherme Hermman, com um VW 8-150, na Caminhões.

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