Schumacher tem prova decisiva
GP DA FRANÇA
Schumacher tem prova decisiva
Arquivo FolhaMarca no boné pode valer US$ 10 mi Das cinco últimas edições do GP da França, Michael Schumacher venceu quatro: 1994 e 95, com Benetton, e 97 e 98, pela Ferrari. Só não ganhou a corrida de 96. Na volta de apresentação, quebrou o motor da sua Ferrari. Ele era o pole position. Domingo, no circuito de Magny-Cours, mais do que em outras temporadas, o piloto alemão sabe que chegar na frente de Mika Hakkinen, da McLaren, atual líder do campeonato, pode ser decisivo para a equipe italiana quebrar o tabu de 20 anos sem título. Os treinos livres na França começam na sexta-feira.
O retrospecto também jogava a favor de Schumacher no Canadá - havia vencido em 97 e 98 -, mas quem acabou em primeiro foi Hakkinen.
Apenas o histórico do alemão na França não lhe garante nada. O pior para as suas pretensões é que duas das três etapas seguintes do calendário, depois do GP da França, serão disputadas em circuitos mais favoráveis à McLaren de Hakkinen que a sua Ferrari. A previsão é do piloto da Ferrari.
O GP da Inglaterra, dia 11, em Silverstone, e o GP da Alemanha, dia 1º de agosto, em Hockenheim, devem privilegiar a maior eficiência aerodinâmica do modelo MP4/14 de Hakkinen, como ocorreu na prova de Barcelona, aposta Schumacher. Recuperar ou diminuir a diferença que o separa do finlandês na classificação, já na França, pode ser decisivo para continuar lutando pelo título. Depois de seis corridas, Hakkinen lidera com 34 pontos, contra 30 de Michael Schumacher e 25 de Eddie Irvine, da Ferrari também.
O boné de Schumacher, dentre os de maior exposição no mundo, ganhará cores novas. O contrato com a empresa alemã Dekra, especializada na inspeção de automóveis, termina no fim do ano e os comentários são de que a McDonalds assumirá seu lugar. Schumacher divulga a Dekra desde 94. Especula-se que o valor da nova negociação é milionário: US$ 10 milhões por dois anos.
Revolta - Jacques Villeneuve, da BAR, e Alessandro Zanardi, da Williams, estão incorformados com a decisão dos promotores da Fórmula Indy. Eles estão organizando uma corrida extra no Havaí, com U$ 5 milhões para serem distribuídos em prêmios. Os dois, já campeões da categoria, estavam certos da sua participação, mas ficaram sabendo que não estão na lista dos convidados. Será que eles estão com medo de ver seus pilotos perderem?, questionou Villeneuve.





