Montreal - Com o contrato com a Ferrari prorrogado até 2006, Michael Schumacher concentra-se, agora, em assumir a liderança do Mundial de Fórmula. E acredita poder ultrapassar Kimi Raikkonen, da McLaren, domingo, no GP de Canadá o alemão tem 44 pontos, quatro a menos que o finlandês. A explicação? ''A F2003-GA tem uma aerodinâmica excelente e isso será de grande ajuda neste tipo de pista'', diz Schumacher.
No traçado do circuito Gilles Villeneuve, o bom desempenho do motor é fator preponderante para um bom resultado. Neste aspecto, o pentacampeão também se diz tranquilo e aproveita para responder àqueles que consideram o BMW um propulsor mais eficiente: ''O motor é uma de nossas forças. Acredito que nesta área a Ferrari está na frente de todos.'' O retrospecto também favorece o pentacampeão. Ele já venceu cinco corridas no circuito Gilles Villeneuve, a última delas no ano passado.
Rubens Barrichello, que está procurando encarar com naturalidade o fato de não ter seu compromisso prolongado, também considera a Ferrari favorita em Montreal: ''A F2003-GA está provando ser confiável e o novo pacote aerodinâmico produziu bons resultados nos testes em Monza'', afirmou.
Novo vexame Os médicos da F-1 deverão adotar já no GP da Europa, dia 29, um novo método de avaliar os pilotos que sofrerem concussão. Chamado de Impact, o sistema foi desenvolvido pela Universidade de Pittsburgh, nos EUA, e possibilita aos médicos terem um diagnóstico exato do estado mental do piloto após um forte impacto na cabeça, para que possam decidir se ele está ou não em condições de participar de uma corrida ou treino.
Já o inglês Jenson Button, da BAR, que sofreu concussão em acidente durante treino em Mônaco foi proibido de disputar o GP , passaria por avaliação ontem para saber se poderá disputar o GP do Canadá.

mockup