Schumacher e Hill desembarcam hoje
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terça-feira, 25 de março de 1997
Émerson Couto 
Agência Estado
Agência EstadoPreparaçãoEnquanto os pilotos não chegam, o engenheiro dá uma geral na Ferrari, de Schumacher O Hotel Transamérica, em São Paulo, começou ontem a viver o clima do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1. Vários pilotos já estão no País, entre eles a dupla da Willians/Renault, o canadense Jacques Villeneuve e o alemão Heinz-Harald Frentzen. O alemão Michael Schumacher, da Ferrari, e o atual campeão, o inglês Damon Hill, da Arrows/Hart, têm chegada prevista para hoje. Os treinos começam na sexta-feira.
Além da dupla da Willians, estavam ontem no Transamérica o francês Jean Alesi, da Benetton/Renault; o inglês Johnny Herbert, da Sauber/Petronas; o dinamarquês Jan Magnussen, da Stewart/Ford; o francês Olivier Panis, da Prost Grand Prix; o italiano Giancarlo Fisichella, da Jordan/Peugeot, entre outros menos ilustres.
À tarde, o brasileiro Rubens Barrichello, da Stewart, passou pelo hotel para encontrar o companheiro de escuderia, Jan Magnussen. Os dois foram para um kartódromo na Granja Viana, em São Paulo. O brasileiro mostrou-se satisfeito com o desempenho de seu novo carro na primeira etapa do circuito, em Albert Park, em Melbourne, na Austrália, e com alguns ajustes aerodinâmicos feitos semana passada em Silverstone, na Inglaterra. O carro é bom, mas ainda tem muito para ser desenvolvido, disse. Magnussen falou que o carro precisa ganhar mais confiabilidade.
Frentzen, o substituto do campeão Damon Hill, na Willians, espera melhor sorte no GP de Interlagos. Em Melbourne, ele teve de abandonar a prova a três voltas do final porque o freio de seu carro não aguentou e travou. Acho que não terei o mesmo problema aqui porque o traçado da pista é diferente e vai exigir menos do freio, justificou.
Fisichella, que sofreu acidente em Silverstone nos últimos dias, quando testava sua Jordan, garante que vai correr sem problemas em Interlagos, apesar de ter machucado o joelho direito. Olivier Panis, que corre pela escuderia do ex-piloto Alain Prost, com o motor Mugen-Honda da Ligier, mostrava-se otimista com os acertos feitos em seu carro, principalmente com relação à suspensão.


