São Paulo - O iatista Robert Scheidt não compete na Europa desde setembro de 2003, onde encontrará seus principais rivais na classe Laser, na Semana de Hyères, na França, de 25 a 30 deste mês, depois no Mundial de Bodrum, na Turquia, de 10 a 19 de maio, e na Semana de Kiel, na Alemanha, de 23 a 27 de junho. Sempre acompanhado pelo técnico Cláudio Bieckarck portando uma câmara com a qual vai filmar tudo para apontar principalmente os erros na velejada que terão de ser corrigidos e com objetivos diferentes para cada competição. Todas elas, no entanto, tem um objetivo em comum, a preparação final para os Jogos Olímpicos de Atenas, em agosto.
Scheidt, que completou 31 anos na última quinta-feira, viaja para a França na terça-feira, após cinco títulos conquistados desde o início da temporada, todos no Brasil, ainda que em torneios com a participação de velejadores estrangeiros. Para Hyères, a preocupação não é com resultado. ''Quero treinar largada, arriscar, inclusive, analisar a velejada, medir a minha velocidade com os mais fortes da categoria, passar muitas horas dentro do barco, ganhar ritmo...''
No Mundial, ao contrário, ''o resultado é o que importa''. Scheidt quer o sétimo título mundial que deixou escapar no ano passado.

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